de Gioacchino Rossini, 1817

Ano

2003

Local

Teatro Amazonas,VII Festival Amazonas de Ópera (FAO)

Regência

Marcelo de Jesus

Direção

Alejandro Chacon

Cenografia

Renato Theobaldo

Figurino

Adan Martinez

Iluminação

Caetano Vilela

 
 

Esta ópera de Rossini possui uma simetria com o Barbeiro de Sevilha, composta um ano antes. Tem um libreto simples e cômico com uma música extremamente requintada e complexa. Os cenários, um castelo decadente e um castelo de cristal, foram baseados em desenhos de Giuseppe Galli, cenógrafo do século XVIII que fazia projetos imaginários com perspectivas irreais. Este efeito visual causava uma estranheza interessante para o espetáculo.