de Carlos Gomes, 1870

Ano

2002

Local

Teatro Amazonas, IV Festival Amazonas de Ópera (FAO)

Regência

Luiz Fernando Malheiro

Direção

Iacov Hillel

Cenografia

Renato Theobaldo

Figurino

Elena Toscano

Iluminação

Iacov Hillel e Caetano Vilela

Remontagem

Teatro São Carlos, Lisboa

 
 

Essa história de amor de uma branca com um índio foi a primeira ópera brasileira a obter repercussão mundial, e trechos de sua música são, até hoje, expressão de identidade nacional. Encenaríamos em Manaus, coração da floresta, onde as raízes indígenas estão evidentes em qualquer canto da cidade. Era delicado criar uma encenação que remetesse ao universo indígena sem ser superficial. O período das grandes navegações, que remete às histórias do descobrimento do Brasil, nos aproximou da idéia de velas e mapas. Pontuamos o palco com mastros de madeira e velas pintadas com motivos de mapas antigos. A cada vela içada o espaço cênico era redefinido.